quinta-feira, 6 de agosto de 2015

IMIGRAÇÃO BOA VS IMIGRAÇÃO MÁ

IMIGRAÇÃO BOA versus IMIGRAÇÃO MÁ

·        A VERDADE
A verdade vos libertará (S.João 8, 32).
Hoje a verdade quando é incómoda, tentam abafa-la e encarcerá-la no gueto dos chavões como “direitos humanos” para que ninguém a veja. Estamos no reino do politicamente correcto. E usando esse gueto passam a difamá-la de modo que a mesma seja vista como mentira, como racismo, como opressão, como discriminação, como repressão, como injustiça e como homofobias de toda a espécie.

O Papa Bento XVI denunciou a cobardia de tantos, sobretudo cristãos, que têm medo da ditadura da mentalidade dominante, em que a voz subtil da consciência fica sufocada pelos gritos da maioria; e se enchem de vergonha quando a obediência à vontade de Deus é ridicularizada.
·        O HOMEM MODERNO
Segundo o psiquiatra Enrique Rojas o nosso tempo “é uma sociedade…doente, da qual emerge o homem light…”.[1] E ainda o mesmo psiquiatra «o homem light carece de pontos de referência, vive num grande vazio moral..»[2] O perfil psicológico é de um homem relativamente bem informado, porém com escassa formação humana.[3]
As características do homem light são: “pensamento débil, convicções sem firmeza, apatia nos seus compromissos, indiferença sui generis feita de curiosidade e relativismo ao mesmo tempo…; sua ideologia é o pragmatismo, sua norma de conduta, o hábito social, o que se tolera, o que está na moda; sua moral fundamenta-se na estatística, substituta da consciência; sua moral repleta de neutralidade, falta de compromisso e subjectividade, é relegada para a intimidade, sem se atrever a vir a público”. Lipovestski diz que estamos na era do vazio e, por isso, hoje o homem é órfão de humanidade.[4]

O código ético do homem light é a permissividade, sem proibições nem territórios vedados, sem limitações. É metafisica do nada, devido à morte dos ideais que desemboca no relativismo. Desta tolerância interminável nasce a indiferença pura.[5] E por isso o homem light não sabe para onde vai.[6]
É desta sociedade que sai os governantes. São homens light’s, vêm do vazio e são o vazio, razão porque eles não sabem o que são, para onde vão, porque governam, o que é governar e para que governam. Se eles emergem da sociedade, então quer dizer que esta é um oceano de pessoas no vazio.
Julian Marías diz que o ser humano necessita de uma “hierarquia de verdades” que crie o subsolo no qual assentem as ideias, crenças e opiniões fundadas na autoridade. Os homens light’s que apoderam-se do poder não têm hierarquia de valores, porque o vazio é a essência do seu ser e, por conseguinte, do seu agir.
Mas porque a sociedade está assim tão doente? No vazio, no indiferentismo, no relativismo, no liberalismo, etc?
 ·        CONCILIO VATICANO II
Há um acontecimento que se deu há 50 anos que contribuiu, em muito, para o estado actual das coisas: O Concilio Vaticano II. A Igreja é a alma do mundo. Quando a primeira está doente, o mundo ressente-se, obviamente.
No Concilio Vaticano II a Igreja aceitou princípios que sempre condenou: O Liberalismo. Os documentos “Gaudium et Spes” e “Dignitatis Humanae” são a expressão máxima do triunfo do liberalismo no Vaticano II.
São várias as vozes nesse sentido. Cardeal Ratzinger afirma que “Gaudium et Spes” constitiu uma ruptura com o “Syllabus” do Papa Pio IX (Teoria dos Princípios Teológicos, Barcelona, Editorial Herder, 1985, pag.458). Também o Padre Congar, um dos intervenientes no Concilio Vaticano II, reconhece que “Dignitatis Humanae” é contrário ao “Syllabys” (Yves Congar, citado pelo Ab.Georges de Nantes, CRC nº.113, pag.3).

Da mesma forma os católicos liberais proclamaram que o Vaticano II foi a sua vitória. O Jornalista Messori ao entrevistar o Cardeal Ratzinger, este afirma que o espirito liberal encontrou o seu lugar no Vaticano II (Revista mensal “Jesus”, Novembro de 1984, pag.72), tendo depois reconhecido que tal aventura criou um problema grave. Marcel Prélot, membro do “Doubs”, chega mesma a cantar vitória e diz que o Vaticano II é a vitória dos liberais (Armand Colin, Ed.). No mesmo sentido M.Yves Marsaudon, maçon, afirma que o Vaticano II é o Concilio do triunfo do Liberalismo (“Léoecuménisme vu par Franc.maçon de Tradition”).
Tendo triunfado o liberalismo no Vaticano II, incrivelmente a própria Igreja solicita a supressão dos Estados Católicos aos países e a sua laicização, em virtude dos princípios do Vaticano II (liberalismo). Queira-se ou não, a vida da sociedade que se organiza fora da verdade e da lei divina torna-se ateia e vazia. O próprio Concilio Vaticano II pede no seu nº.4 da DH que o Estado seja liberto dos seus deveres para com Deus, e passe a ser a garantia de que nenhuma religião “se veja impedida de manifestar livremente a eficácia de sua doutrina para organizar a sociedade e vivificar toda actividade humana”. Porquê? Porque as outras religiões “não estão desprovidas de significação e de valor no mistério da salvação” (Unitatis Redintegratio, nº.3). O erro e a verdade passam a ter o mesmo direito e a mesma liberdade. Os Encontros de Assis, com o Papa João II, são a expressão máxima desta nova teologia do Vaticano II. Com o Papa Francisco temos também a mesma teologia em que a religião católica é boa para os católicos, o Islão é boa para os muçulmanos, o Budismo é boa para os budistas, etc, e não é necessário converter-se a religião católica. Esta nova teologia, saída do Vaticano II, fruto do triunfo do liberalismo, impregnou a sociedade de indiferentismo e de relativismo.
A partir desta nova teologia do Vaticano II, verifica-se uma explosão de seitas e “religiões” pelo mundo e, de forma especial, no campo do cristianismo. Temos então um inverter dos princípios: em vez de o mundo se converter a Igreja, o Concilio levou a Igreja a converter-se ao mundo. E o resultado está a vista: Caos.
Quis a Providência Divina que o Vaticano II não tivesse o carácter de infabilidade, tendo ficado reduzido num patamar muito pequeno: pastoral. Digamos que Deus recusou-se a conceder a este Concilio o estatuto que todos os outros tiveram: Infabilidade.
·        LIBERALISMO
É a partir desta nova sociedade civil, fruto do Vaticano II, que os povos são formatados no liberalismo e dela sai a classe politica, totalmente sem hierarquia de verdades, impregnada de relativismo, de liberalismo, de indiferentismo, etc.
É perante esta Babel que depois vão surgindo ideias materializadas como o unissexo, a ideologia do género, multiculturalismo, etc que nada mais são do que a aniquilação da identidade das pessoas e dos povos. Isto é, o vazio. A primeira, a identidade no costume, a segunda, a identidade do sexo e a terceira, a identidade de povo.
·        MULTICULTURALISMO
Paulo Rangel, um político destacado do PSD, chega a afirmar que “vai haver um dia em que não vai haver portugueses”[7] Outro político diz que o PS pretende acabar com a lei que impede que uma pessoa de outra nacionalidade, que adquiriu a nacionalidade portuguesa, possa ser deputado.[8]
Os políticos, há uns anos para cá, estão a aplicar a ideia do multiculturalismo de forma prioritária. Porquê? Porque ela é uma ideia que tem como plano a descaracterização de um povo, com o objectivo de destruir a sua identidade e, com isso, a sua união.
Kalergi, no seu livro “Praktischer Idealismus”, diz que os residentes dos futuros “Estados Unidos da Europa”, que é a União Europeia, não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Diz que o cruzamento dos europeus com os asiáticos e raças coloridas irá criar um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante. É aqui que está o interesse destes líderes na implementação do multiculturalismo.

E, a pretexto do multiculturalismo, temos, intencionalmente, uma deficiente lei da emigração e da nacionalidade. A actual lei da emigração e da nacionalidade está completamente ao serviço desta destruição da identidade e da união de um povo. A consagração do jus sanguinis como critério único para atribuição da nacionalidade foi abolida da lei da nacionalidade, precisamente para poder favorecer o ideário do multiculturalismo. A verdade é que o multiculturalismo é uma farsa[9], é uma mentira, é um projecto politico e económico, que nada tem a ver com o bem dos povos, mas apenas com as vantagens politicas e económicas dos políticos e dos empresários. O multiculturalismo é um projecto político que visa controlar as pessoas, depois de lhes destruir a identidade como povo. Esta destruição pode ver também, por exemplo, na indústria da música. Se ainda restavam duvidas quanto a nossa afirmação relativa a formatação perpetrada pela industria musical liderada pela MTV, na africanização dos adolescentes ocidentais, portugueses incluindo, assim como a bem sucedida miscigenação entre raparigas brancas com negros. Eis um documentário directo produzido por essa estação televisiva, onde comprova o seu racismo anti branco e a sua agenda multiculturista, sem decorações, nem rodeios. Os proprietários da MTV, VH1 e outros anseiam no genocídio dos povos brancos, e tentarão alcançar através dos teus filhos e netos[10].
O multiculturalismo já está a criar problemas e a breve ou a média prazo irá explodir num conflito geral que incendiará a Europa.
·        A DESTRUIÇÃO DA FORÇA REPRODUTIVA E PRODUTIVA
Face a situação da falência do país, obra dos políticos, o primeiro-ministro português, Passos Coelho, convidou os jovens portugueses a saírem do país (emigrar). Tal atitude mostra a incompetência do mesmo, já que a juventude é a força produtiva e a força reprodutiva de um país. É um erro fatal. Atrevo-me a afirmar como a estupidificação tomou conta destes políticos. E este convite, aliado ao pecado da Troika contra Portugal, com a cumplicidade de Passos Coelho/Paulo Portas, realizou-se, já que a vaga de emigração parece imparável. Segundo as estimativas da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, todos os anos saem de Portugal entre 100 e 120 mil portugueses, o que dá uma média de 273 por dia[11].

A estupidificação é tal que Passos Coelho, pobre de espírito, não consegue ver que todos os países, objecto da emigração dos jovens portugueses, só têm a ganhar já que estes são qualificados e vão com a intenção de trabalhar. É evidente que estes jovens tendo trabalho nesses países vão criar raízes, como mulher e filhos, e por força destes não regressarão a Portugal. Temos então que esses países ficarão com a força produtiva e a força reprodutiva da juventude portuguesa. Só no ano passado saíram do país 110 mil portugueses.[12].Portugal sai assim duplamente e penosamente prejudicado, agravando já o envelhecimento do país e obrigando as pessoas a trabalhar mais anos tal como está a acontecer no Japão[13]. Porquê? Por causa da estupidez de um primeiro-ministro. É a constatação deste facto que hoje já há vozes insuspeitas, como Otelo, a afirmar que Portugal precisa de homens honestos como Salazar[14]. Por outro lado, temos o líder do PS com uma ideia ainda mais suicida. António Costa quer integração de imigrantes na Função Pública.[15] De facto Portugal do 25 de Abril quando amanhece, o número de parvos cresce.
·        IMIGRAÇÃO COMO DESPESA
Em contrapartida Portugal é objecto de imigração, mas a força desta é basicamente africana. Esta em vez de ser uma riqueza para Portugal, torna-se uma despesa e, com isso, obriga aos que ficaram no país a trabalhar mais anos, para suportar esta despesa. É assim que, sucessivamente, a idade da reforma vai aumentado transgredindo totalmente com a expectativa das pessoas que entraram com umas regras e, no meio do jogo, políticos como, Passos Coelho, homens sem palavra, alteram desenvergonhadamente as mesmas. Se fossem providos de moral, e não de vazio, sentiriam incomodo em o fazer.

Por outro lado, o aumento da idade da reforma está directamente ligada com a renovação da geração produtiva, que emigrando, deixa de existir. Na minha opinião convidar os jovens a sair do país deveria ser considerado crime e, nesta medida, Passos Coelho deveria ser julgado por matar a geração produtiva e reprodutiva do país.
 ·        O ABORTO/NATALIDADE
Além desta estúpida medida, um crime lesa pátria, as leis são, na sua essência, contra a família. O aborto é premiado e o nascimento é tributado. As mulheres que abortam recebem 100 por cento do subsídio social, enquanto uma mãe que está de baixa para dar assistência ao filho só recebe 65% do salário. A mãe solteira tem mais apoios do que a mãe casada, uma evidente medida contra a família. Este facto está a ter resultados negativos para o povo europeu já que, sete em cada dez famílias da EU, não têm filhos[16]. Em vez de gastarem dinheiro com a família, o governo gasta milhões a assassinar crianças. Segundo dados oficiais, em 2014 o Estado português, o mesmo Estado que apresentou orgulhosamente um conjunto de medidas para fomentar a natalidade, apadrinhou 45 abortos legais (embora imorais) por dia, num total de 16589 abortos.

Em 2014 o Estado português, o mesmo Estado, que diz não ter dinheiro disponível para os cuidados de saúde dos seus cidadãos, pagou 11,6 milhões de euros para exterminar 16589 seres humanos inocentes, havendo quem tenha abortado mais de dez vezes.[17] Todas estas medidas estão a destruir a identidade de um povo, estão a suicidar a nação, levando a diminuição drástica da população[18]. Isso prova que esta gente não sabe porque governa, o que governa e qual o fim do governo, ou então têm um plano diabólico bem definido que é o multiculturismo.
Apesar de todos os alarmes estarem a tocar quanto ao colapso demográfico,[19] eles continuam a apostar no aborto, no divórcio, no casamento homossexual, etc. Em vez de direccionar o dinheiro para o apoio à família, no sentido de dar condições de ter mais filhos, o Governo aposta na eliminação das crianças. Sem crianças não há povo e sem povo não há nação e país. Para criar povo a engenharia jurídica busca encontrar matéria-prima para manter o povo. Por exemplo, cria-se portugueses[20], dando a nacionalidade a netos de portugueses, onde, na verdade, não há, pois tais pessoas não regressam e não se identificam com Portugal. Eles não querem um povo, eles querem massa indiferenciada de mão-de-obra barata.
 ·        MÃO-DE-OBRA BARATA E ESCRAVA
Verifica-se que a imigração, em si, não seria problema se tivéssemos uma lei da nacionalidade na base do jus sanguinis, que não sendo, a atribuição da nacionalidade portuguesa é ingénua, irresponsável e, em última análise, criminosa. Porquê? Porque por trás desta ligeireza da atribuição da nacionalidade está o calculismo eleitoralista dos partidos, as exigências de mão-de-obra barata dos grupos económicos, os interesses na imigração por parte de sindicatos, igrejas, etc. Isto é, verifica-se que eles pensam neles e não na nação, no país. O multiculturalismo tem esse objectivo. Eles querem povos escravos para trabalhar para o lucro das multinacionais.

Os apologistas do multiculturalismo escondem que o mesmo tem como objectivo, a descapitalização dos trabalhadores portugueses, empurrando-os para a precariedade, com objectivo de manter a mão-de-obra portuguesa sobre a chantagem dos baixos salários ou despedimento, além de que a imigração gera invariavelmente conflitos sociais e choques culturais e raciais. O Multiculturalismo é uma ideia global, de origem maçónica. Por exemplo, verificamos no Brasil que haitianos têm título de eleitor e são instruídos a votar no PT.[21] A invasão da Europa por imigrantes, e a passividade dos seus governos, justifica-se precisamente por causa desse plano de ter mão-de-obra barata, escrava[22]. Nas últimas eleições em Portugal, os comícios do PS estavam cheios de imigrantes paquistaneses, indianos, negros, etc.
 ·        EXPORTAMOS EMIGRANTES QUALIFICADOS E IMPORTAMOS IMIGRANTES DESQUALIFICADOS E SUBSIDIODEPENDENTES
Sendo os imigrantes de Portugal dos países africanos, nomeadamente lusófonos, e não só, estes são mais perdas do que um ganho. Porquê? Porque destes países imigram pessoas que, na sua quase totalidade, não é qualificada, e buscam mais viver dos apoios sociais do sistema social de Portugal, do que efectivamente trabalhar. Por outro lado, não sendo qualificados, o trabalho que conseguem arranjar é o mais servil, precariamente pago e que não sustenta. Este facto faz com que o sistema social português tenha que suportar a carência destas pessoas, onerando duramente a despesa de Portugal. A falta de consciência desta realidade leva a que, por exemplo, Passos Coelho venha afirmar que Portugal deve-se preparar para receber imigrantes.[23] Isto é, manda embora os nossos jovens qualificados e que gostam de trabalhar, para receber gente desqualificada e que não gosta de trabalhar, para viver à conta do apoio social. Será isto uma realidade absoluta? Não, não é. Mas é uma realidade que, na sua grande maioria, corresponde ao acima exposto. Por isso, urge ter uma política que aceite o imigrante que trabalhe e que não faça dos apoios sociais um modo de vida, e por outro ter uma política de expulsão para todo aquele que não trabalha e que cometa um crime.

A Europa já vive momentos de desespero, devido a grave crise económica, onde milhares passam fome, e fazem filas para receberem alimentos[24]. A Europa não consegue responder aos que são de casa, como irá responder aos milhares de África, e não só, que querem imigrar para ela? Deste facto têm os europeus consciência, e criticam a posição covarde do politicamente correcto dos políticos europeus, que está a criar um sentimento de ódio[25] a estes imigrantes que são vistos como invasores.
Isto é, os naturais de Portugal são penalizados, através de duros impostos, para suportar esta despesa que, na verdade, é estrangeira. O Estado construiu uma ditadura fiscal que a todos oprime, poupando as multinacionais e desviando o dinheiro para sustentar imigrantes que vivem à conta do apoio social. É esta ditadura fiscal que leva famílias a pequenas e médias empresas ao desespero e à falência. A história da falência da Throttleman e Red Oak é um exemplo disso[26]. Estes imigrantes, na sua grande maioria, desqualificados, são uma força reprodutiva, por natureza, e também por estratégica económica, uma vez que o sistema social favorece tal situação e, com isso, poderão ser sustentados.
·        O CRIME ECONÓMICO
Acrescentar a isto, temos a corrupção fruto da promiscuidade entre os políticos e a banca e empresários que tem como consequência o uso da riqueza do país e do povo em função dos interesses destes grupos. Há um crime premeditado nesta crise económica. Na verdade ela é um pretexto para tirar o dinheiro ao povo, para dar às grandes fortunas. Em Portugal, por exemplo, tirou-se às pessoas 3,6 mil milhões aos salários para dar 2,6 mil milhões ao poder financeiro, ficando o Estado com o refugo do assalto[27]. Jean-Claude Juncker afirmou que “A troika pecou contra a dignidade dos Portugueses e dos Gregos e, muitas vezes, mesmo dos Irlandeses”[28]. Neste pecado temos a cumplicidade dos políticos portugueses, como Passos Coelho/Paulo Portas que preferiram sacrificar até a exaustão o povo português em nome dos interesses estrangeiros, em vez de protegerem o povo. Políticos que foram sempre contra qualquer possibilidade de não castigar o povo como, por exemplo, a reestruturação da divida, para poderem agradar aos Senhores da Guerra da União Europeia, do FMI e do Banco Europeu, quando tal medida teria sido benéfica para o país[29] como hoje se reconhece[30].

Sendo reconhecido pela autoridade máxima da União europeia que a troika foi uma mal para Portugal, há quatro questões que se colocam: 1-Em que consiste esse pecado? 2-Os políticos portugueses tinham consciência dele? 3-Porque continua Passos Coelho/Paulo Portas a usar a mesma receita, dada pela troika e que Jean-Claude Juncker, que é pecado? 4-Qual o interesse em continuar com a receita? Segundo PhilippeLegrain o pecado consiste em que o resgate de Portugal serviu para salvar a banca alemã,[31] o que levou a 300 mil portugueses saíssem de Portugal e colocasse 1,5 milhões no desemprego[32].Os actuais políticos, sendo desprovidos de carácter moral, governam a pensar no seu futuro do que no do país. Isto é, esperam que sejam premiados em altos cargos, depois de saírem do governo.
Por outro lado, há cinco perguntas que jamais foram respondidas e as suas respostas são sucessivamente escondidas do povo português. Quanto devemos? A quem devemos? Porque devemos? Onde foi gasto o dinheiro? E quem o gastou?
·        AS ESTATÍSTICAS
A boa ou má situação económica é conforme o interesse financeiro/politico. Quando interessa roubar o povo, a situação está péssima. Quando há que vencer eleições, a situação económica está boa. Vivemos neste momento o tempo de eleições e, por isso, as estatísticas informam que a situação económica de Portugal melhorou.

As estatísticas são como os pareceres jurídicos. É conforme o interesse que quem o pede. Sendo o actual governo, Passos Coelho/Paulo Portas, fieis capatazes da tal Troika que pecou e peca contra Portugal, a pecadora usando do seu poder, influencia a informação no sentido de branquear a situação para assim permitir a reeleição dos seus fieis capatazes. Na verdade a situação de Portugal é muito má, é um desastre económico.[33]

·        IMIGRAÇÃO FONTE DE CRIMINALIDADE
Regressando a imigração, esta além de ser uma despesa, são também um factor importante da criminalidade[34]. Empiricamente, podemos constatar isso. Por exemplo, os bairros onde predomina esta gente, a violência é uma constante[35]. É preciso registar que os países destes imigrantes têm três grandes lacunas: a corrupção é endémica, não têm espirito de trabalho e não têm cultura de lei. Uma sentença no Tribunal de Felgueiras-Portugal, a respeito dos ciganos, faz uma radiografia deste tipo de gente: “marginais, traiçoeiras, subsidio-dependentes que depois pagam desobedecendo e atendendo contra a integridade física e moral dos seus agentes”[36].
Estes imigrantes nos seus países não têm direitos, nem regalias. Recebidos em Portugal vêem-se num oceano de direitos e regalias, juntamente com um direito penal que favorece mais o criminoso do que a vitima, passam a exigir como seus os direitos e regalias numa atitude de insolência.
Há uns dois anos fiz uma viagem até Angola e falei com vários empresários portugueses, todos eles foram unanimes em caracterizar o país: Não tem lei e não gostam de trabalhar.

Já aqui em Portugal num encontro com um empresário negro de Angola, interpelei-o porque não davam emprego aos jovens naturais de Angola, uma vez que tinha falado com alguns e todos disseram que não lhes davam trabalho. A resposta deste empresário de Angola, note-se que era negro, foi imediata: “eles não trabalham e faltam muito”. Disse o mesmo que preferia contratar um europeu (branco) porque sabia que ele iria cumprir o contrato, e até trabalharia mais do que contratado, do que ter jovens negros na sua empresa.
Também há pouco tempo falei com vários jovens, uns da Guiné, outros de Cabo Verde e de S.Tomé e Príncipe, que tinham vindo para estudar, pretexto para não voltarem mais e viverem de subsídios que o Estado Português dava. Uma grande parte deles deixou de estudar.
São estes imigrantes que Portugal recebe, na sua grande totalidade.
Estes imigrantes, oriundos de África, Índia, Paquistão, etc, por força de uma lei da nacionalidade deficiente, diluem-se na nação portuguesa, após terem adquirido a nacionalidade, criando assim uma dificuldade na análise real e verdadeira do povo, devido a miscigenação.
Estas pessoas, além de serem uma despesa permanente para Portugal, são também fonte de criminalidade porque não convivem bem com a ordem e com a lei, uma vez que nos seus países de origem não existe e, por outro lado, resistem à cultura do país que os acolhe, combatendo-a e querendo impor a deles, criando, muitas vezes, guetos ou territórios próprios dentro do país.
Um país ao permitir a entrada de imigrantes, espera que estes produzam riqueza e sejam uma mais-valia, não uma despesa e fonte de criminalidade. A defesa da nação passa por restringir fortemente a lei da nacionalidade e da imigração e, também, a retirar a nacionalidade e a expulsão do imigrante que se torna criminoso.
 ·        POLITICAMENTE CORRECTO
O politicamente correcto é uma ditadura que obriga a considerar, o acima escrito, racismo, discriminação, mas aceitar como normal e admissível a profissão de fé dos líderes negros na pessoa de Robert Mugabe que a 18/04/2014 anuncia o holocausto contra todos os homens brancos, que é necessário exterminar todos os homens, mulheres e crianças brancas do país para purificar a nação da doença de brancura, tendo sito aplaudido tantos pela população como pelos vários lideres das nações negras[37].

O politicamente correcto é fechar os olhos ao genocídio dos brancos que também está acontecer na África do Sul,[38] bem como a exaltação que o Islão faz do massacre e estupro dos cristãos,[39] ou a construção de muros para impedir a entrada de imigrantes[40]. A Europa está tão complexada e tão estúpida que racismo só tem uma vítima: o negro. O branco actualmente vive esta ditadura que o está a levar à extinção. Se, por exemplo, um branco fizesse um vídeo como uma negra cabo-verdiana fez nas redes sociais onde despeja todo o seu ódio racista contra os brancos, toda a comunicação social, em coro, se escandalizaria e, durante um mês, passava vezes sem conta o vídeo e far-se-iam grandes debates com “ilustres” comentadores a condenar o vídeo. Mas como é uma negra a fazer o vídeo[41], do mais violento, o silêncio é ensurdecedor.
 ·        INDEPENDÊNCIA AFRICANA, UM MAL.
A imigração tem, praticamente, um sentido: de África para Europa. Depois de lutarem para terem a independência e lhes ter sido dada, há décadas que são independentes e a evidência mostra que em vez de progredirem, regrediram, eis porque eles fogem dos seus países. É um facto de que a independência dos países africanos, foi muito mais prejudicial para os seus povos, do que benefício[42]. Em vez de bem-estar trouxe miséria, repressão, violência, ditadura, atropelos grosseiros dos direitos humanos, etc.[43]No caso das colónias portuguesas, “os governos”, formados após a independência, são quadrilhas de malfeitores, autênticos bandidos que usam a estrutura de um país para se apresentarem como legais e normais, quando na verdade são o pior da espécie humana. Sem dúvida alguma que os povos dos antigos territórios ultramarinos estavam muito melhor servidos com o governo de Portugal, do que entregues a eles próprios. Conforme diz o próprio Pinto de Andrade, a independência não libertou os angolanos, mas aprisionou-os[44]. Portugal ao aceitar que a elite criminosa do poder angolano[45] usurpe o dinheiro do Estado angolano, que é do povo, para investir em Portugal, está, sem dúvida, a ser cúmplice com tal roubo, com tal crime. É assim justo que amanhã um governo justo exige a Portugal a devolução de todo esse dinheiro investido já que o mesmo é fruto do roubo e o governo português pactuou com os ladrões.

Os líderes europeus formatados na amoralidade, no vazio ateu, na deficiência de carácter e no desnorte da identidade, mostram-se incapazes de agir, de defenderem os povos europeus, de serem justos, de serem verticais, de serem homens. Os políticos portugueses, sendo da mesma escola, padecem da falta do carácter português e, com isso, Portugal é invadido quer por dinheiro corrupto, quer por imigração envenenada. A declaração de Durão Barroso, mostra o nível moral e o carácter dos políticos europeus e, por conseguinte, portugueses também: “Estou fora da Comissão Europeia, o meu nível de sinceridade aumenta todos os dias.”[46] Esta declaração mostra que a Comissão Europeia é um grupo de mentirosos, de burlões, de enganadores e de malfeitores.
  ·        INVESTIMENTO VENENOSO
Em nome da economia, aceita-se “investimento”, mesmo que este seja eticamente maléfico, corrupto e assassino. É o caso do dinheiro dos “políticos/empresários/militares” de Angola e da China. Dois países que têm do pior quanto a qualidade humana dos senhores do dinheiro. São fora da lei, por natureza, são corruptos e sem o mínimo de escrúpulos[47]. A razão deste facto é ter a economia acima das pessoas. Este erro está, aos poucos, a aceitar no país malfeitores que, por razões meramente económicas que, a médio prazo, irão ter o efeito contrário, uma vez que a essência desta gente é branquear dinheiro. Portugal já começou a conhecer os efeitos, pois a corrupção dos “vistos Gold” é uma imagem,[48] que em nada beneficia o país. Os “vistos gold” não são investimento para Portugal, mas para aquele que compra, já que o objectivo é adquirir a nacionalidade e livre-trânsito pela Europa. Os imóveis adquiridos por estes supostos “investidores”, na sua grande maioria chineses, ou são simplesmente abandonados ou arrendados e o fruto das rendas vão para a China.

Este suposto “investimento” na verdade irá ser um imposto para os portugueses já que, estando os mesmos isentos, serão estes a suportar os impostos devidos a esses imóveis durante o período da isenção que o Governo esconde a duração do mesmo. Por outro lado, se acaso acabar o período de isenção Portugal terá um problema nas mãos uma vez que os chineses não têm cultura de impostos e, portanto, será mais uma vez os portugueses que irão arcar com essa despesa. Não é sem razão quem se escandalize quem esta colonização de Portugal[49]. Por outro lado, o empresário, face a Economia sem Deus, deixou de ser nacionalista, passando a ser a monetarista. É assim que empresários portugueses escondem a produção nacional levando a mesma para fora[50], criando a ideia que em Portugal se produz pouco, quando na realidade eles não declaram a real produção.
Temos imigrantes chineses, paquistaneses, indianos, negros, etc, muitos deles já diluídos em Portugal como portugueses, através da péssima lei da nacionalidade. Esta gente é também prejudicial para Portugal já que eles são adversos a pagar impostos, sendo a práxis deles os mais diabólicos esquemas para fugir aos impostos. Basta ir ao Martim Moniz para verificar que muito dos negócios é feito em dinheiro vivo sem qualquer registo. Uma pequena imagem do que se passa é, por exemplo, a 10 de Junho de 2015, dois chineses foram apanhados com milhões dentro de malas.[51]
·        A INVASÃO
Felizmente, começa a existir uma compreensão do problema do multiculturalismo e, por exemplo, o Secretário da Defesa do Reino Unido quer limitar o número de imigrantes[52].
Na verdade a Europa está a ser invadida, por todos os lados, e os políticos europeus simplesmente assobiam para o lado. Presentemente Londres já não é dos ingleses. Ela está literalmente ocupada por imigrantes, alguns diluídos, pela lei na nacionalidade, como “ingleses”. Os naturais foram “expulsos” de Londres vivendo agora noutras zonas do Reino Unido. Esta situação é idêntica um pouco por toda a Europa. Esta ocupação literal e total de cidades da Europa por imigrantes, dá-lhes força para reclamarem a mesma como deles. Veja-se o caso de patrulhas da Sharia.

Há pouco tempo passou uma reportagem na televisão, com subtil mensagem multiculturalista, em que apresentava um grupo de pessoas a trabalhar numa firma em Londres. Foram apresentados os trabalhadores que eram de vários países, todos brancos, mas não ingleses, e por fim o trabalhador inglês, um negro. Isto é, completa subversão. Os brancos são estrangeiros e o negro é o natural da Inglaterra. Um absurdo. O politicamente correcto, fruto do vazio, gera estas irracionalidades.
·        O CAVALO DE TRÓIA
A Europa pagará muito caro, com muita destruição, por tudo isto. O Cavalo de Tróia repete-se, mas desta vez é a própria Europa a construi-lo e a convidar os seus adversários a entrar nele. Como? A lei da nacionalidade e da imigração sob a luz do multiculturalismo está a construir esse Cavalo de Tróia. A seu tempo, eles sairão dentro dele e destruirão a Europa. Uma imagem disso é, por exemplo, "Um milhão e meio de muçulmanos no Reino Unido apoiam o Estado Islâmico”,[53] em França assiste-se, paulatinamente, a islamização da mesma[54]. Um ministro polaco afirmou que o tempo de paz na Europa acabou,[55] mas muitos políticos não percebem que estão a criar um exército que os atacará por dentro.

Nestas trevas aparece vozes que prontamente é abafada pela comunicação social, completamente controlada pela esquerda, que alertam para a realidade dos imigrantes. Cameron, primeiro-ministro britânico, afirma que há imigrantes a mais.[56] Também Portugal tem imigrantes a mais, pois grande parte vive de apoios sociais e são fonte de criminalidade. A falta de carácter dos nossos políticos, peões da Maçonaria, e capatazes dos interesses das multinacionais, impede de serem homens verticais. Se um país negro expulsa imigrantes como, por exemplo, Angola[57], a comunicação social e os governos ocidentais, professam religiosamente o silêncio. Mas se for um país ocidental a expulsar emigrantes, a comunicação social professará escandalizada o protesto. Da mesma forma que a segregação dos brancos[58] é tolerada, mas a dos negros é crime.
O Islão nunca desistiu de conquistar e dominar a Europa e esta a servir-se das leis da nacionalidade e da nacionalidade para encher o Cavalo de Troia que, oportunamente, servirá para atacar a Europa. Por essas mesmas leis está a conquistar a França, o coração da Europa. Conquistada a França mais facilmente poderá estender a sua dominação e controle de toda a Europa. Rathenau adeverte que a imigração é “a invasão vertical dos bárbaros”.
A Europa a médio prazo será novamente uma terra queimada, fruto desta invasão que subtilmente se disfarça de imigração.
Luber Jolou




[1] Cfr. “O”-uma Homem Light vida sem valores”; Ed.Grafica Coimbra, pag 5.
[2] Cfr.Ibidem.
[3] Cfr.Ibidem, pag.7
[4] Cfr,Ibidem, pag.11
[5]Cfr.Ibidem, 15-16.
[6] Cfr.Ibidem, 20.
[7] Cfr. http://expresso.sapo.pt/politica/2015-06-02-Rangel-diz-que-sera-assim-Ha-de-chegar-um-dia-em-que-nao-vai-haver-Portugal-
[8] Cfr. http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4629854
[9] Cfr. http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/4005711-o-fim-do-sonho-multicultural
[10] Cfr. https://www.youtube.com/watch?v=DRJnkBqwzOQ
[11] Cfr. http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/emigram-por-dia-273-portugueses.html
[12] Cfr. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/emigracao-no-ano-passado-atingiu-110-mil-portugueses-1676057
[13] Cfr. http://zap.aeiou.pt/japao-esta-envelhecer-e-precisa-que-mais-mulheres-e-seniores-trabalhem-48451
[14]http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1835446&especial=Revistas+de+Imprensa&seccao=TV+e+MEDIA#.VE1kiVO5KYJ.facebook
[15] Cfr. http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4296747&page=-1
[16] Cfr. http://www.jn.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=4238133
[17] Cfr. http://www.cmjornal.xl.pt/exclusivos/detalhe/portugal_realiza_45_abortos_por_dia.html
[18] Cfr. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/somos-cada-vez-menos-portugal-perdeu-quase-200-mil-habitantes-em-cinco-anos-1699118
[19] Cfr. http://pt.blastingnews.com/opiniao/2015/07/portugal-a-beira-do-abismo-segundo-indicadores-demograficos-00487199.html
[20] Cfr. http://intercambistas.com/2015/07/29/portugal-oficializa-a-lei-que-concede-cidadania-a-netos-de-portugueses/
[21] Cfr. http://sergiorochareporter.com.br/haitianos-ja-tem-titulo-de-eleitor-e-foram-instruidos-votar-pt/
[22] Cfr. http://renegadetribune.com/the-genocidal-plot-to-let-over-50-million-africans-into-europe/
[23] Cfr. http://economico.sapo.pt/noticias/passos-diz-que-e-altura-de-portugal-se-preparar-para-receber-emigrantes_221495.html
[24] Cfr. http://www.portalmetropole.com/2015/03/crise-na-europa-milhares-fazem-fila.html
[25] Cfr. http://zap.aeiou.pt/discurso-de-odio-aos-imigrantes-dispara-na-internet-74714
[26] Cfr. http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=3709694
[27] Cfr. http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=3983489&page=-1
[28] http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=178837

[30]Cfr. http://www.dinheirovivo.pt/Economia/interior.aspx?content_id=3995138
[31] Cfr. http://www.esquerda.net/artigo/resgate-de-portugal-foi-para-salvar-banca-alema-diz-conselheiro-de-durao-barroso/32583
[32] Cfr. http://www.msn.com/pt-pt/noticias/nacional/portugal-est%C3%A1-num-processo-de-decad%C3%AAncia-hist%C3%B3rica/ar-AAbXbJo?ocid=iehp; http://ionline.pt/artigo/398533/portugal-esta-num-processo-de-decad-ncia-historica-?seccao=Portugal_i
[33] Cfr. http://www.esquerda.net/artigo/portugal-e-um-dos-desastres-economicos-da-europa-assinala-krugman/37631
[34] Cfr. http://www.fdesouche.com/621745-calais-les-migrants-placent-desormais-des-obstacles-pour-pieger-les-camions-des-routiers; http://www.jn.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1678781; http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/agente_da_psp_agredido_em_festas_do_vale_da_amoreira.html
[35] Cfr. http://www.dn.pt/galerias/fotos/?content_id=4626680&seccao=Globo
[36] Cfr. http://expresso.sapo.pt/actualidade/juiza-de-felgueiras-diz-que-ciganos-sao-marginais-e-traicoeiros=f381881
[37] https://diversitychronicle.wordpress.com/2014/04/18/zimbabwe-announces-ambitious-plans-for-a-final-solution-to-white-racism/
[38] Cfr. http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/comunismo/13421-africa-do-sul-a-beira-do-genocidio-e-da-ditadura-comunista.html
[39] Cfr. https://tiaocazeiro.wordpress.com/2015/06/12/turcos-glorificam-historia-de-massacre-e-estupro-de-cristaos/
[40] Cfr. http://zap.aeiou.pt/turquia-vai-construir-muro-na-fronteira-com-siria-73442
[41] Cfr. http://www.portugalsimples.info/cabo-verdiana-faz-video-a-insultar-portugueses-e-gera-revolta-nas-redes-sociais/
[42] Vfr. http://mozmassoko.com/2015/06/a-frelimo-pouco-tempo-matou-mais-que-o-colonialismo-em-500-anos-afonso-dhlakama
[43] Cfr. http://observador.pt/2015/07/10/sudao-do-sul-quatro-anos-de-miseria/
[44] Cfr. http://www.dw.com/pt/n%C3%B3s-angolanos-n%C3%A3o-fomos-libertados-fomos-aprisionados-diz-justino-pinto-de-andrade/a-17662827
[45] Cfr. http://observador.pt/especiais/os-crimes-das-elites-do-offshore/
[46] Cfr. http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=188124
[47] http://www.jn.pt/opiniao/default.aspx?content_id=4702452
[48] Cfr. http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4608734&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
[49] Cfr. http://www.dinheirovivo.pt/Mercados/Banca/interior.aspx?content_id=4516832
[50] Cfr. http://www.noticiasaominuto.com/economia/427425/empresas-portuguesas-exportaram-18-milhoes-em-calcado-feito-na-china
[51] http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=774455
[52] (http://observador.pt/2014/10/26/secretario-da-defesa-reino-unido-quer-limitar-o-numero-de-imigrantes/).
[53] Cfr. http://pamelageller.com/2015/07/1-5-million-muslims-in-britain-are-supporters-of-the-islamic-state-isis.html/
[54] Cfr. http://pt.gatestoneinstitute.org/5006/islamizacao-franca
[55] Cfr. http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4632007&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
[56] Cfr. http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-05-21-Cameron-elabora-o-Reino-tem-imigrantes-a-mais
[57] Cfr. http://economico.sapo.pt/noticias/angola-expulsa-2000-estrangeiros-numa-semana_219725.html
[58] Cfr. http://thelibertarianrepublic.com/minorities-now-want-safe-spaces-no-whites-allowed/

quinta-feira, 11 de junho de 2015

O SEQUESTRO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


O SEQUESTRO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


            No dia 7 de Junho de 2015 o povo de Lisboa saiu à rua para a procissão do Corpo de Deus. Foram milhares que estiveram presentes. Porém a comunicação social silenciou até a saciedade tal manifestação de fé cristã do povo português. Porquê?
            Porque a Comunicação Social não é independente já que está sequestrada pelo poder económico e politico. Estes, dominados pela Maçonaria, que tem nos lugares de poder os seus membros, têm instruções para que a comunicação social faça silêncio sobre a procissão do Corpo de Deus. Depois de terem acabado com o feriado do Corpo de Deus com a passividade dos bispos, agora a face seguinte é o silêncio sobre qualquer manifestação que tenha como objectivo adorar o Corpo do Senhor.

            É esta comunicação Social que está presente em força sempre que há manifestações, nem que seja apenas de dezenas de pessoas, que ponham de algum modo em causa qualquer coisa contra Deus ou contra a Igreja, nem que seja um encontro de meia dúzia de hindus, muçulmanos, etc.
          
  No dia 10 de Junho, também deste ano, houve uma manifestação pela nacionalidade, convocada pelo Partido Nacional Renovador, mas também aqui o silêncio da Comunicação Social é vergonhoso. Porquê? Por dois motivos. O primeiro, para que esse partido não seja conhecido e possa ser um problema para os 3 partidos (PSD/CDS e PS) que têm o aparelho de Estado como refém. Segundo, porque dominados pela ideia do multiculturalismo, qualquer manifestação pela nacionalidade é uma afronta aos imigrantes, mesmo que estes não tenham muito apreço pelo país.
            Portugal precisa que surja alguém que acabe com o domínio destes 3 partidos, que elimine a maçonaria do país e purifique todo o aparelho de Estado dos parasitas colocados pelos mesmos.

Luber Jolou



                                                               

quarta-feira, 27 de maio de 2015

D. Afonso Henriques e o nascimento de Portugal

D. Afonso Henriques
e o nascimento de Portugal
Quando nos debruçamos sobre a história de Portugal logo somos assaltados por um interessante paradoxo: como pôde um país tão pequeno em extensão territorial realizar uma epopeia — navegações, descobrimentos, conquistas, feitos missionários — de tão grande monta?
A história do nascimento dessa nação traz um pouco de luz para a solução do intrigante problema. Com efeito, Deus Nosso Senhor, tal como fez com o povo eleito do Antigo Testamento, escolheu Portugal para intervir na História, a seu modo preparando “um Império” por cujo meio seu nome seria “publicado entre as nações mais estranhas”.
Antecedentes
Os visigodos arianos, expulsos da França pela acção de Clóvis,(1) penetraram na Península Ibérica, ali encontrando os suevos, povo pagão instalado naquelas terras. O longo trabalho da Igreja, aliado à influência de povos já convertidos, vai entretanto dobrando aos poucos a dura cerviz dos “bárbaros”. Por volta de 560, conforme narra o historiador luso João Ameal, “o povo suevo se converte à verdadeira religião, graças a São Martinho de Dume. Em Braga se celebra (em 561) um concílio para festejar a conversão. Cria-se o rito bracarense — e a metrópole sueva torna-se, como então foi dito, a Roma das Espanhas”.(2) Ainda algumas disputas com os arianos e, no III Concílio de Toledo em 589, os monarcas e bispos hereges acabam por abjurar a heresia.
Entretanto, agiganta-se outro inimigo da Cristandade nascente. O império maometano assenhora-se do norte da África e fica à espreita da ocasião para invadir a Europa divida. Esta ocasião não tarda. “Apesar dos benefícios resultantes da unificação cristã e da obra moralizadora e organizadora dos Concílios, apesar de uma cultura já brilhante, a sociedade visigoda não se sustenta”,(3) corroída que está por poderosas toxinas (restos do partido ariano, chefes locais e grupos disseminadores de insatisfação). Em 710, brigas sucessórias entre os visigodos acabam por abrir as portas aos mouros, que acorrem em grande número. Sua marcha só é tolhida por Carlos Martel, já em território franco.
A presença moura logo se consolida. Forma-se no território ibérico um “xadrez movediço”, dadas as incessantes disputas entre os próprios muçulmanos, as conquistas e derrotas dos visigodos, e a resignação dos chamados mosárabes.(4)
Cerca de cinco séculos vão se passar num convívio, ora pacífico, ora sangrento, entre invasores e cristãos. Mas não sem que o desejo da reconquista impulsione os verdadeiros cavaleiros. Afonso VI de Leão, no século XI, desponta como líder da insurreição, disposto a responder à altura à insolência dos príncipes árabes.
A Igreja, entretanto, encontra-se em crise. Mas a ação da Providência não tarda. E os beneditinos de Cluny, com sua rede de mosteiros que vão se difundindo por toda a França, tornam-se o centro da reforma.
É a esse ramo beneditino que Afonso VI recorre, em um momento culminante na luta contra os mouros. E o abade Hugo, que naquela ocasião governava Cluny, não o decepciona. Intervindo junto a Filipe I da França, consegue reforços, pondo em marcha um valoroso grupo de cavaleiros franceses.
Vitorioso, D. Afonso VI retribui aos cavaleiros concedendo-lhes territórios e a mão de suas filhas. Uma delas – Da. Tereza – desposa D. Henrique de Borgonha, que recebe, além disso, o senhorio sobre uma região localizada entre os rios Minho e Tejo, no extremo oeste da Península. Em 1097, D. Henrique usa já o expressivo título de “Conde portucalense”.
Com esses casamentos D. Afonso VI consegue descentralizar o poderio militar de seu império, favorecendo a resistência a um inimigo que ataca inopinadamente em todas as frentes. Tal descentralização ocasionará, mais à frente, o desmembramento de seu império.
Morrendo D. Afonso VI, D. Henrique vê a oportunidade de emancipação de seu Condado. Vários factores levam à formação do que João Ameal chama de “uma nacionalidade em potência”: “Todos os factores cujo esquemático panorama acaba de ser enumerado — hipotéticas diferenciações geográficas, étnicas e linguísticas, singularidade de um destino marcadamente oceânico, intenso comércio marítimo com as populações nórdicas, superiores desígnios pontifícios para a arrumação da Península, ascendente benéfico de Cluny, justificáveis ambições pessoais de D. Henrique, antiga e persistente aspiração dos senhores de entre-Douro-e-Minho à conquista da autonomia — se conjugam para apresentar aqui, nos inícios do séc. XII, o que será justo chamar: uma nacionalidade em potência”.(5)
Dom Afonso Henriques
No entanto, D. Henrique — cujo nome “é o primeiro a gravar-se nos anais da conquista da independência portuguesa” — morre sem conseguir realizar suas aspirações.
Seu filho Afonso, sem embargo, vai se mostrando desde pequeno propenso a realizá-las. E os melhores vultos da nobreza — entre os quais o mítico Gonçalo Mendes, o Lidador — põem nele suas esperanças. Ainda muito jovem, sai vencedor na Batalha de São Mamede, o que lhe assegura a soberania sobre seus territórios frente às pretensões dos reinos vizinhos e de facçõesinternas.
As relações com o governo leonês deixam de ser vassalo-senhor. Mostrando seus propósitos de emancipação, D. Afonso vai ao mesmo tempo consolidando a estrutura de seus domínios. Favorece a estabilização do poder eclesiástico nas mãos do arcebispo de Braga e trabalha em prol de boas relações com a Santa Sé.
O “Fundador dos Impérios”
Os árabes agitam-se novamente, fazendo incursões e derrotando os portucalenses. D. Afonso assina um acordo de paz com o imperador de toda a Hispania (Afonso VII de Leão e Castela), assegurando a estabilidade em uma de suas frentes. Para barrar o mouro invasor, intui que é preciso causar terror em seu meio. Aproveitando-se de uma crise dinástica entre Almorávidas e Almôhadas, penetra em território dominado por eles para dar batalha.
O número dos inimigos, entretanto, começa a esmorecer a coragem dos portucalenses. Assim narra o próprio D. Afonso: “Eu estava com meu exército nas terras de Alentejo no Campo de Ourique para dar batalha a Ismael, e outros quatro reis mouros, que tinham consigo infinitos milhares de homens; e minha gente, temerosa de sua multidão, estava atribulada, e triste sobremaneira, em tanto que publicamente diziam alguns seria temeridade acometer tal jornada. E eu, enfadado do que ouvia, comecei a cuidar comigo o que faria”.(6)
No meio dessa preocupação, D. Afonso entra em sua tenda, toma a Sagrada Escritura, abre-a justamente na narrativa da vitória de Gedeão, e dirige em seguida uma prece a Deus: “Mui bem sabeis Vós, Senhor Jesus Cristo, que por amor vosso tomei sobre mim esta guerra contra os blasfemadores de vosso nome”. Cansado, adormece e, em sonho, vê um ancião que vem até ele, prometendo-lhe a vitória. Seu camareiro logo o desperta, apresentando o mesmo ancião que vira no sonho, o qual lhe dirige a mesma promessa de vitória, acrescentando que Nosso Senhor queria comunicar-lhe uma mensagem.
D. Afonso obedece às ordens daquele homem de Deus, dirigindo-se ao local determinado. “Vi de repente no próprio raio resplandecente o sinal da Cruz, mais resplandecente que o Sol, e
Jesus Cristo crucificado nela. Lancei-me por terra e, desfeito em lágrimas, comecei a rogar pela consolação de meus vassalos, e disse sem nenhum temor: ‘A que fim me apareceis, Senhor? Quereis por ventura acrescentar fé a quem tem tanta? Melhor é por certo que vos vejam os inimigos, e creiam em vós, que eu, que desde a fonte do Baptismo vos conheci por Deus verdadeiro, Filho da Virgem, e do Padre Eterno, e assim vos conheço agora’. O Senhor, com um tom de voz suave, que meus ouvidos indignos ouviram, me disse: ‘Não te apareci deste modo para acrescentar tua fé, mas para fortalecer teu coração neste conflito, e fundar os princípios de teu Reino sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas todas as outras, em que pelejares contra os inimigos da minha Cruz. Acharás tua gente alegre, e esforçada para a peleja, e te pedirá que entres na batalha com o título de Rei. Não ponhas dúvida; mas tudo quanto te pedirem lhe concede facilmente. Eu sou o fundador, e destruidor dos Reinos, e Impérios; e quero em ti, e teus descendentes, fundar para mim um Império, por cujo meio seja meu nome publicado entre as nações mais estranhas’. ‘Por que méritos, Senhor, me mostrais tão grande misericórdia? Ponde vossos benignos olhos nos Sucessores, que me prometeis, e guardai salva a gente portuguesa’. ‘Não se apartará deles, nem de ti, nunca, minha misericórdia, porque por sua via tenho aparelhadas grandes searas, e a eles escolhidos por meus segadores em terras mui remotas’. Dito isto, desapareceu”.
Confortado por essas palavras, D. Afonso volta para o acampamento. No brilho dos seus olhos, e no vigor de sua expressão, seus cavaleiros encontram ânimo para dar batalha aos infiéis.(7)

terça-feira, 19 de maio de 2015

QUANDO O POLICIA É INSEGURANÇA E DESCONFIANÇA

QUANDO O POLICIA
É INSEGURANÇA E DESCONFIANÇA

No dia 17/05/2015, em Guimarães, o Subcomissário, comandante da PSP de Guimarães, prestou um mau serviço à PSP e também à população. As imagens são evidentes.

Espera-se que o polícia seja um homem ponderado e não de fácil movimento impulsivo, violento e repentino. Nas imagens mostra um homem cheio de raiva e violento, que nem a presença das crianças o fazem ponderar e temperar a sua acção.

Verificamos ainda que o agredido foi constituído arguido constando do auto que o mesmo cuspiu na face e rasgou a farda. As imagens desmentem.

Em que medida este polícia presta um péssimo serviço à própria Policia e às pessoas?

Perante as imagens às pessoas ficam com a ideia de que estão sujeitas a arbitrariedade e aos humores do polícia, e não a sensatez e a ponderação do mesmo. Por outro, sabendo a justificação do auto, também passa para a sociedade de que a polícia não usa a verdade como esclarecimento dos factos, mas a mentira para encobrimento dos mesmos.

O subcomissário prestou um péssimo serviço à Polícia e às pessoas, pois transmitiu um sentimento de desconfiança e de insegurança face a PSP.

Como repor a confiança e a segurança às pessoas e até a própria PSP? É evidente que o subcomissário tem de ser punido exemplarmente e que tal medida seja do conhecimento público, mas que esta punição não seja, também, sentida uma desautorização a PSP, mas pelo contrário um estímulo.

19/05/2015
Luber









quinta-feira, 14 de maio de 2015

PASSOS COELHO E A CRISE

PASSOS COELHO E A CRISE

A máfia do partido socialista, braço civil na sociedade, por excelência, da Maçonaria, levou, pela terceira vez vez, Portugal a bancarrota, desta vez pela mão do mercenário de serviço, José Sócrates. Aliás desde a implementação da república, imposta pela Maçonaria a Portugal, que o país ficou sequestrado por este bando de malfeitores, ao ponto de terem mudado a bandeira nacional pela sua bandeira, qual piratas que quando tomam um navio hasteiam a “Jolly Roger”.
Face a mais uma tragédia, surge outro mercenário, Passos Coelho. Este da mesma escola do outro, mostrou-se especialista na arte da mentira política, varrendo qualquer resquício de pudor, escrúpulo ou reserva de verdade. Isto é, qual irmão gémeo de José Sócrates, mas com outra roupagem.
Passos Coelho, como bom aluno de “Niccolò Machiavelli, exercitou na perfeição “os fins justificam os meios” (quaisquer meios que funcionem), e também “os meios justificam os fins” para ter sucesso. Isto é, ser eleito. E teve sucesso, pois hoje é Primeiro-Ministro.

Para todos os pensadores sociais, antes da Modernidade, a meta da vida política era a virtude: uma sociedade boa era aquela em que as pessoas fossem boas. Não havia “dois pesos e duas medidas” para a bondade, um no âmbito da vida individual, outro no da vida social. Isto até Maquiavel. A partir dele, a Política deixou de ser a arte do bem viver em sociedade para tornar-se “a arte do possível”, “a arte do sucesso”. Todos os filósofos políticos e sociais da Modernidade, da nossa actual civilização, têm influência de Maquiavel: Hobbes, Locke, Rousseau, Stuart Mill, Kant, Hegel, Marx, Nietzsche, Dewey. A filosofia destes passa a defender os princípios de Maquiavel que é rejeitar o ideal da virtude e a rebaixar o padrão da moralidade, levando a supressão da mesma.
Maquiavel dizia que a moral dificulta o sucesso. Por isso é necessário “aprender a não ser bom” (O Príncipe, cap. 15), a quebrar as promessas feitas, a mentir, a trapacear e a roubar (cfr. cap. 18) para ser bem-sucedido.
Passos Coelho quebrou todas as promessas feitas, mentiu com todos os dentes que tem na boca, trapaceou e roubou a boa-fé dos portugueses e, com isso, teve sucesso. Hoje é Primeiro-ministro. Será o seu governo legítimo? Não, não é legítimo. Porque não é legítimo? Porque a eleição do mesmo foi na base de um coro de mentiras. O Presidente da República devia ter demitido Passos Coelho, pois simplesmente enganou o povo. Porque não o fez? Simples… porque é da mesma escola e da mesma casa. Aliás, os Presidentes da República são sempre presidentes da claque, nunca do país.
Chagado ao fim da legislatura a pergunta que se impõe é: Passos Coelho governou bem? A resposta é simples e clara: NÃO. Passos Coelho nunca governou para o povo, para as pessoas, mas para aqueles que foram a causa da crise: políticos, banqueiros e empresários que vivem à conta do orçamento de Estado.

Noam Chomsky sobre se Portugal lidou bem com a crise o mesmo afirmou que crê que “está a cometer um erro sério, porque os programas de austeridade são absolutamente destrutivos e que nem do ponto de vista da economia fazem sentido. Até os economistas do FMI reconhecem isso. E estão a destruir a conquista mais importante do pós-guerra, o estado social. Nos resgastes o dinheiro foi quase todo para os bancos. O problema foi das instituições financeiras e dos bancos e as populações é que pagaram. O único país que que actuou racionalmente foi a Islândia e teve êxito. Disse que não pagava (suspendeu os pagamentos aos credores internacionais) para grande fúria dos bancos alemães” (revista “Visão” nº.1158, 14 a 20/05/2015, pag.20).
Foi este o trabalho mercenário de Passos Coelho, garantir que os bancos alemães recebessem o dinheiro. E porque Passos Coelho prefere levar o povo à miséria para garantir que os bancos alemães recebam o dinheiro? Pela mesma razão acima já exposta: sucesso. Passos Coelho não está preocupado com o país, mas com o sucesso do seu futuro. Por esta razão o mesmo faz tudo para agradar aos banqueiros internacionais a fim de que estes possam assegurar o seu futuro, num cargo importante e bem remunerado.