O carácter deste bloggue assenta no aviso do Evangelho " Estais no mundo, mas não sois deste mundo".
quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
UMA IGREJA POBRE PARA OS POBRES!
Um
Igreja pobre para os pobres.
Esta
frase tem o tom e o ideário de uma ideologia. Esta inserida na teologia que deu
origem uma heresia conhecida como teologia da libertação.
Será
então correcta esta ideia? Será este o objectivo da fundação da Igreja?!
Olhando
o Evangelho vem-me à memória a disputa dos apóstolos por causa do perfume que
Maria Madalena derramou, e que poderia ser vendido e usar o dinheiro em favor dos
pobres.
Jesus
respondeu: «Pobres sempre tereis entre
vós» (Jo 12, 8) e afirmou que veio chamar
os pecadores (Mc 2, 13-17).
A
Igreja, fundada pelo Salvador, tem um objectivo que é a razão da Sua vinda: Os
pecadores! Isto é, a salvação.
Mas
salvar de quem e para quê?
Jesus
veio para destruir as obras de Satanás (1 Jo 3, 8). Portanto, Jesus veio
salvar-nos do demónio. E para quê? Para que tenhamos a vida eterna (Jo 10),
isto é, o Céu.
Portanto
a obra do Salvador é espiritual e não material. O objectivo da Igreja não é os
pobres, mas os pecadores. É esta a sua missão, não é outra.
Salvar
os pecadores é a essência da existência da Igreja. E ela cumprindo esta missão,
tudo o resto virá por acréscimo (Mt 6, 1-6). Pois onde houver menos pecado
haverá mais justiça e, em consequência, menos pobres.
Uma
igreja pobre para os pobres é discriminatória, pois Jesus não fundou a Igreja
para os pobres e é, em última análise, desvirtuar a missão para a qual Jesus
fundou a Sua Igreja. Os ricos também precisam de salvação. Porquê?! Porque o
rico é um homem.
Por
outro lado, a condição de pobre não é garantia de salvação, assim como a
condição de rico. O pobre por ser pobre pode revoltar-se contra a Deus por
causa da sua pobreza e, neste caso, a mesma foi para ele causa de perdição. O
rico por ser rico pode orgulhar-se e considerar-se poderoso e também ser causa
de condenação a sua condição de rico.
Uma
Igreja pobre e para os pobres é distorcer a missão da Igreja.
Um
pai não pode ser fonte de perturbação para os seus filhos, por isso tem de
medir bem os seus gestos, as suas palavras para não escandalizar os seus
filhos.
Recentemente
o povo de Deus assistiu estupefacto o lava-pés contra toda a regra litúrgica.
Primeiro a mulheres, segundo a não cristãos.
Se
a liturgia fica dependente da inovação e criatividade ou emoção de cada um,
amanhã a Igreja não poderá proibir determinada forma de celebrar a liturgia já
que a cabeça deu exemplo desse relativismo.
Num
mundo onde impera a ditadura do relativismo tal acto foi, no meu ponto de
vista, imprudente e nada evangélico.
Rezemos
a Deus para que ilumine o nosso Papa para que não confunda a instituição do
Papado, fundado pelo Salvador, com a sua pessoa Bergolio.
terça-feira, 26 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
PORTUGAL CULPADO DA CRISE!
Hoje, dia 28/02/2013, no “Diário Económico”
(http://economico.sapo.pt/noticias/barroso-portugal-e-o-culpado-da-sua-crise_163719.html)
Durão Barroso afirma que Portugal é o culpado da crise argumentando que foram
as opções erradas que Portugal tomou nos últimos tempos.
Há que esclarecer tal declaração.
Há quatro culpados da actual crise em
Portugal:
- Políticos;
- Banqueiros;
- Empresários que viveram à conta da mesa dos orçamento de Estado
(PPP);
- E, por último, o Povo.
Qual dos quatro tem maior
responsabilidade? A meu ver o Povo. Porquê? Porque há quase 40 anos que o povo
vota sempre nos mesmos partidos políticos: PSD e o PS.
Este comodismo e fixismo destes dois
partidos no poder potenciaram a que os mesmos se transformassem em “agências de
empregos”, “bolsas de tráficos de influências” e “geradores de corrupção”.
Nestes quase 40 anos de poder PS e PSD,
o povo viu, assistiu e sentiu tudo isso. Contudo também ao longo desses anos,
eleições após eleições, o povo foi sempre sufragando e legitimando o
comportamento dos dois partidos.
Nesta medida não há legitimidade para o
povo reclamar, nem protestar.
O que faz o povo insistir no erro
sucessivamente?
A cegueira. Qual cegueira? A
Espiritual. A mesma que sofre toda a Europa, primeiro no povo e depois nos
lideres, pois são escolhidos pelo primeiro.
Esta cegueira é trágica porque ela vai
adensando cada vez mais com consequências apocalípticas.
Em que sentido?
As trevas são tais que não deixam ver
um pequenino raio da Verdade e, como consequência, o erro é visto como certo, a
mentira como verdade, o feio como belo, o pecado como virtude, etc.
Eis porque o povo nas próximas eleições
vai manter o mesmo erro. Isto é, irá votar PS e nas outras PSD.
Quer isto dizer que a solução é o PCP
e BE? JAMAIS!
A solução está num movimento que tenha
como princípios os valores do cristianismo e, ao mesmo tempo, a sábia intolerância
com os erros do relativismo, hedonismo, capitalismo, comunismo, socialismo,
etc, etc.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A FALTA QUE NOS FAZ O REI!
Hoje,
1/02/2013, passam 105 anos sobre o assassinato do Rei D.Carlos e do seu filho,
o Príncipe Real D.Luís Filipe. Um dia triste, portanto.
A falta que nos fez aquele Rei….A falta que nos faz um Rei,
hoje mesmo.
O Regicídio é tanto mais ignóbil quanto ninguém acredita
que fosse um desejo do povo. Seria apenas
de uns poucos, tão vis quanto o acto.
Não foi um
assassínio qualquer, uma obra de loucos. Sabiam o que faziam e foram directos à
raiz da árvore, causando um golpe profundo. E era mesmo isso o pretendido,
decepar a raiz. Para ir secando Portugal.
Por fim, há
que informar que os autores deste ignóbil obra são hoje os senhores de
Portugal: Os republicanos/maçónicos. O actual regime republicano, fundado em
1910, tem como fundamento este odioso crime, e tem sido o regime mais corrupto
de toda a história de Portugal.
Eis porque urge mudar o regime e voltar a restaurar o Trono, já que o actual regime republicano é ilegítimo.
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