segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O LATIM ESCLARECE


LATIM ESCLARECE
O vocábulo "maestro" vem do latim "magister" e este, por sua vez, do advérbio "magis" que significa "mais" ou "mais que".

Na antiga Roma o "magister" era o que estava acima dos restantes, pelos seus conhecimentos e habilitações. Era um mestre.

Por exemplo, um "Magister equitum" era um Chefe de cavalaria, e um "Magister Militum" era um Chefe Militar.

Já o vocábulo "ministro" vem do latim "minister" e este, por sua vez, do advérbio "minus" que significa "menos" ou "menos que".

Na antiga Roma o "minister" era o servente ou o subordinado que apenas tinha habilidades ou era jeitoso...

SERÁ QUE O LATIM EXPLICA A RAZÃO POR QUE QUALQUER IMBECIL PODE SER MINISTRO... MAS NÃO UM MESTRE?!!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

JAPÃO E O ISLÃO!



Já se leu no jornal ou foi noticia na televisão que um líder político ou um primeiro-ministro de uma nação islâmica visitou o Japão?

Alguma vez já se deparou com a notícia de que a autoridade do Irão ou da Arábia Saudita visitou o Japão?

O Japão é um país que mantém o Islão atrás das cortinas, e colocou restrições rígidas sobre o Islão e todos os muçulmanos

As razões são as seguintes:
a) O Japão é o único país que não dá cidadania para os muçulmanos.
b) No Japão residência permanente não é dada aos muçulmanos.
c) Há uma proibição forte referente à propagação do Islão no Japão.
d) Na Universidade do Japão, língua árabe ou qualquer outra língua islâmica não é ensinada.
e) Não se pode importar o Corão publicado na língua árabe.
f) De acordo com dados publicados pelo governo japonês, houve visto de residência temporária para apenas 2 lakhs Muçulmanos, que precisam seguir a lei japonesa. Estes muçulmanos devem falar japonês e realizar seus rituais religiosos nas suas casas.
g) O Japão é o único país do mundo que tem um número insignificante de embaixadas dos países islâmicos.

h) Os japoneses não são atraídos para o Islão em nada.
i) Os muçulmanos residentes no Japão são somente funcionários de empresas estrangeiras.
j) Mesmo hoje, vistos não são concedidos aos médicos muçulmanos, engenheiros ou administradores enviados por empresas estrangeiras.
k) A maior parte das empresas consta nos seus regulamentos que somente não muçulmanos devem candidatar-se a um emprego.
l) O governo japonês é de opinião que os muçulmanos são fundamentalistas e até mesmo na era da globalização, eles não estão dispostos a mudar as suas leis muçulmanas.
m) Os muçulmanos não podem sequer pensar em obter um apartamento alugado no Japão.
n) Se alguém vem a saber que seu vizinho é um Muçulmano, então toda a vizinhança permanece alerta.
o) Ninguém pode iniciar uma célula islâmica ou árabe Madarsa no Japão.
p) Não há lei (Sharia) no Japão.
q) Se uma mulher japonesa se casa com um muçulmano, então ela é considerada uma pária para sempre.
r) De acordo com o Sr. Komico Yagi (Chefe de Departamento da Universidade de Tóquio) há uma mentalidade no Japão de que o Islão é uma religião muito intolerante e que se deve ficar longe dela

Tornemo-nos tão tolerantes para os muçulmanos como eles são para nós ocidentais!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MAGISTRATURA



A magistratura de hoje está de acordo com os nossos tempos: conturbada.

Há algo inédito no nosso tempo. Pela primeira vez na história da humanidade, Deus não faz parte do Direito, da Política e da Economia.
A consequência é o vazio que produz o caos. A este vazio corresponde a falta de valores, isto é, a noção de bem e de mal.

A gravidade do nosso tempo mede-se também por esta perda da noção de bem e de mal, que leva a que o mal seja visto como bem, e este como mal. Que o feio seja visto como belo e este como ultrapassado.

A tremenda gravidade desta situação é visível quando na própria Igreja há a perda da noção do belo. As provas são as igrejas modernas.

É nesta estado que são formados pessoas para ser magistrados. Chegam a esta nobre função pessoas muito jovens. Eles têm a formação técnica, sempre na base do tempo que vivemos (vazio), mas totalmente demitidos da principal base para exercer a magistratura: a licenciatura da vida. São autênticos analfabetos.

Verificamos que em todas as civilizações e culturas os mais velhos eram os que exerciam esta função, porque a “licenciatura da vida” lhes conferia a sabedoria que a licenciatura técnica jamais confere.

Esta ausência produz a arrogância, prepotência, vaidade e orgulho, tudo o que um juiz jamais poderá ter.
De mãos dadas com estes estão os políticos, pessoas menores, que produzem leis de acordo com o vazio.

Por tudo isto, a Justiça tornou-se nos nossos tempos uma injustiça.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

BCE





QUE É O BCE? 
- O BCE é o banco central dos Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.

E DONDE VEIO O DINHEIRO DO BCE? 
- O dinheiro do BCE, ou seja o capital social, é dinheiro de nós todos, cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10 dos 27 Estados da UE contribuíram com 30%.

E É MUITO, ESSE DINHEIRO? 
- O capital social era 5,8 mil milhões de euros, mas no fim do ano passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de 2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do banco.

ENTÃO, SE O BCE É O BANCO DESTES ESTADOS PODE EMPRESTAR DINHEIRO A PORTUGAL, OU NÃO? COMO QUALQUER BANCO PODE EMPRESTAR DINHEIRO A UM OU OUTRO DOS SEUS ACCIONISTAS ? 
- Não, não pode.

PORQUÊ?! 
- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.

ENTÃO, A QUEM PODE O BCE EMPRESTAR DINHEIRO? 
- A outros bancos, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.

AH PERCEBO, ENTÂO PORTUGAL, OU A ALEMANHA, QUANDO PRECISA DE DINHEIRO EMPRESTADO NÃO VAI AO BCE, VAI AOS OUTROS BANCOS QUE POR SUA VEZ VÃO AO BCE. 
- Pois.

MAS PARA QUÊ COMPLICAR? NÂO ERA MELHOR PORTUGAL OU A GRÉCIA OU A ALEMANHA IREM DIRECTAMENTE AO BCE? 
- Bom... sim... quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros não ganhavam nada nesse negócio!

AGORA NÃO PERCEBI!!.. 
- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos, a 1%, e esse conjunto de bancos emprestaram ao Estado português e a outros Estados a 6 ou 7%.

MAS ISSO ASSIM É UM "NEGÓCIO DA CHINA"! SÓ PARA IREM A BRUXELAS BUSCAR O DINHEIRO! 
- Não têm sequer de se deslocar a Bruxelas. A sede do BCE é na Alemanha, em Frankfurt. Neste exemplo, ganharam com o empréstimo a Portugal uns 3 ou 4 mil milhões de euros.

ISSO É UM VERDADEIRO ROUBO... COM ESSE DINHEIRO ESCUSAVA-SE ATÉ DE CORTAR NAS PENSÕES, NO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO OU DE NOS TIRAREM PARTE DO 13º MÊS. 
As pessoas têm de perceber que os bancos têm de ganhar bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e aqueles ordenados aos administradores que são gente muito especializada.

MAS QUEM É QUE MANDA NO BCE E PERMITE UM ESCÂNDALO DESTES? 
- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.

ENTÃO, OS GOVERNOS DÃO O NOSSO DINHEIRO AO BCE PARA ELES EMPRESTAREM AOS BANCOS A 1%, PARA DEPOIS ESTES EMPRESTAREM A 5 E A 7% AOS GOVERNOS QUE SÃO DONOS DO BCE? 
- Bom, não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas, os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar, é que levam juros a 6, a 7% ou mais.

ENTÃO NÓS SOMOS OS DONOS DO DINHEIRO E NÃO PODEMOS PEDIR AO NOSSO PRÓPRIO BANCO!... 
- Nós, qual nós?! O país, Portugal ou a Alemanha, não é só composto por gente vulgar como nós. Não se queira comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por mês ou um calaceiro que anda para aí desempregado, com um grande accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não se pode comparar.

MAS, E OS NOSSOS GOVERNOS ACEITAM UMA COISA DESSAS? 
- Os nossos Governos... Por um lado, são, na maior parte, amigos dos banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito razoável quando lhes faltarem os votos.

MAS ENTÃO ELES NÃO ESTÃO LÁ ELEITOS POR NÓS? 
- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é quem manda. É o que se vê nesta actual crise mundial, a maior de há um século, para cá. Essa coisa a que chamam sistema financeiro transformou o mundo da finança num casino mundial, como os casinos nunca tinham visto nem suspeitavam, e levou os EUA e a Europa à beira da ruína. É claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e deixaram a gente como nós, que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos fundos, a ver navios. Os governos, então, nos EUA e na Europa, para evitar a ruína dos bancos tiveram de repor o dinheiro.

E ONDE O FORAM BUSCAR? 
- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. De onde havia de vir o dinheiro do Estado?...

MAS METERAM OS RESPONSÁVEIS NA CADEIA? 
- Na cadeia? Que disparate! Então, se eles é que fizeram a coisa, engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's, uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de Portugal para pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram... passados à reforma. Como McDaniel é uma pessoa importante, levou uma indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.

E ENTÃO COMO É? COMEMOS E CALAMOS? 
Isso já não é comigo, eu só estou a explicar...